segunda-feira, 14 de julho de 2008

Wall-e

Assisti ao filmee com minha família no último final de semana. A expectativa era grande, devido à grande quantidade de elogios que eu havia lido da crítica e, mais importante, de pessoas comuns.

A história é muito interessante e a figura do robô humanizado é uma grande sacada. Reparei que o filme também quebrou a inércia que existia sobre os meus filhos, acostumados ao ritmo de videogame em filmes como “Velozes e Furiosos” e outros do gênero.

Eles estranharam o ritmo introspectivo que o filme assume de vez em quando e cheguei a me preocupar com a possibilidade deles não estarem gostando do filme. Mas no final tudo deu certo e eles gostaram do passeio.

Pensando bem, apresentar uma animação com outro ritmo deve ter feito bem para eles. Tentar mostrar que bons filmes não são feitos apenas com grandes explosões, lutas sangrentas e ritmo frenético. Pode existir vida interessante atrás de filmes com bons roteiros, boa fotografia e bons diálogos, apesar de Wall-e praticamente não ter diálogos.

Será que eles já estão prontos para assistir Cidadão Cane ou é judiar muito?
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