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Arquitetura do Maranhão - Século 18 |
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segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Desenhos com caligrafia - Arquitetura Maranhense
Aproveitando as pesquisas que andei fazendo sobre a arquitetura do Maranhão no século XVIII e XIX para praticar caligrafia e desenho com lápis de cor.
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terça-feira, 11 de setembro de 2018
Porque eu sou do tamanho do que eu vejo - Fernando Pessoa
"Porque eu sou do tamanho do que eu vejo e não do tamanho da minha altura"
(Livro do Desassossego by Fernando Pessoa)
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Texto de Fernando Pessoa |
Escrevi este texto com uma caneta tinteiro Montblanc 344G, fabricada nos anos 1930.
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Poema
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Novo blog sobre canetas e relógios
Sempre encarei este blog como um espaço para meus devaneios e para registrar as minhas mudanças de interesses e assuntos, mas acho que exagerei um pouco. Resolvi organizar os posts em dois blogs diferentes: o Diário da Maionese para falar sobre tudo e o canetaserelogios.wordpress.com para montar uma espécie de inventário dos relógios e canetas que passaram pela minha vida.
O blog de canetas e relógios foi inaugurado com um post sobre os heróicos relógios Orient que se tornaram famosos, pelo menos em minhas lembranças, por acompanhar os bravos operários da construção civil e pode acessado através deste link: https://canetaserelogios.wordpress.com/2016/05/13/relogio-orient-king-diver/
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Canetas tinteiros, relógios e caligrafia
As vezes me pego procurando formas de me expressar sobre a forma que vejo o
mundo. Passei por alguns hobbies durante a minha vida como miniaturas de
carros, acompanhar automobilismo e agora dedico parte do meu tempo livre
tentando extrair a melhor caligrafia possível com minhas canetas tinteiros e tentando
restaurar relógios antigos.
No processo de procurar evoluir na caligrafia também tenho que unir o
instrumento de escrita, as canetas tinteiros, com a forma, a caligrafia, e o
conteúdo. O conteúdo que tenho utilizado para este exercício são textos de
filosofia e poemas.
As fotos abaixo retratam este momento da minha vida. Nesta composição tem a
união do quase atual, com uma Montblanc 149 dos anos 80, e do antigo com uma
Montblanc 244G dos anos 50. Esta união do novo com o velho também é representado
pelo relógio Tissot PR 516 GL Heritage que é uma reedição de um modelo dos anos
1970 e o conteúdo é representado pela transcrição de um trecho do Livro do
Filósofo de Friedrich Wilhelm Nietzsche. A minha caligrafia foi baseada em
letras itálicas escritas com a Montblanc 244G com algumas maiúsculas escritas
em letras góticas usando uma caneta Pilot Parallel.
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Montblanc 149 e Montblanc 244G |
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Montblanc 149, Montblanc 244G e Tissot PR516 GL Heritage |
Dizem que uma boa foto não precisa de explicações, mas confesso que não
consegui resistir tentação de escrever sobre alguns dos meus pequenos vícios.
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quarta-feira, 29 de julho de 2015
Máquina de escrever Olivetti Lettera 32
Esta jornada pela caligrafia, tipografia e canetas tinteiros está me levando a lugares totalmente inesperados como esculpir canetas em pedaços de bambu, estudar a evolução da escrita, dos alfabetos e dos suportes a escrita como paredes de cavernas, placas de argila, pedaços de couro, papiro e chegando no papel moderno.
Nesta semana consegui uma antiga máquina de escrever Olivetti Lettera 32, também conhecida como Underwood em alguns países, e fabricada entre 1963 e 1977. Este exemplar pertenceu a família da minha esposa e foi utilizada para trabalhos escolares de toda a família. A sua cor verde é muito bonita, apresentando um tom bem característico da época.
A minha surpresa é que foi só tirar da maleta, lubrificar alguns pontos móveis que estavam travados pelo tempo e já pude desfrutar a sensação de encarnar Jack Kerouac datilografando o lendário livro Pé na Estrada (On the road).
Ao longo desta jornada descobri que, diferente da perfeição dos textos produzidos em computadores, existe um beleza primitiva nas escritas feitas mão e em máquinas de escrever. Esta beleza vem da imperfeição nos formatos das letras, seus borrões e, no caso das máquinas de escrever, o desalinhamento e as diferenças de cores proporcionadas pelas mudanças de força ao pressionar a teclas. Mesmo que o texto seja o mesmo, cada cópia datilografada é diferente e única, apresentando a personalidade da pessoa que o produziu e da máquina utilizada.
Nesta semana consegui uma antiga máquina de escrever Olivetti Lettera 32, também conhecida como Underwood em alguns países, e fabricada entre 1963 e 1977. Este exemplar pertenceu a família da minha esposa e foi utilizada para trabalhos escolares de toda a família. A sua cor verde é muito bonita, apresentando um tom bem característico da época.
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Olivetti Lettera 32 |
A minha surpresa é que foi só tirar da maleta, lubrificar alguns pontos móveis que estavam travados pelo tempo e já pude desfrutar a sensação de encarnar Jack Kerouac datilografando o lendário livro Pé na Estrada (On the road).
Ao longo desta jornada descobri que, diferente da perfeição dos textos produzidos em computadores, existe um beleza primitiva nas escritas feitas mão e em máquinas de escrever. Esta beleza vem da imperfeição nos formatos das letras, seus borrões e, no caso das máquinas de escrever, o desalinhamento e as diferenças de cores proporcionadas pelas mudanças de força ao pressionar a teclas. Mesmo que o texto seja o mesmo, cada cópia datilografada é diferente e única, apresentando a personalidade da pessoa que o produziu e da máquina utilizada.
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Amostra da escrita da Olivetti Lettera 32 e a personalidade das imperfeições |
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Aprendendo letras góticas
Estava passeando com a minha família na Livraria Cultura e me alertaram sobre este livro na prateleira. Peguei um exemplar, fiz um passeio pelas páginas e não resisti. Levei para casa e corri para pegar algumas varetas de bambu que mantinha guardado justamente para este tipo de escrita.
O livro é bem didático e tem tem instruções de como devemos cortar o cálamo, uma planta parecida com o bambu, para construir o instrumento de escrita.
Além de proporcionar o aprendizado da escrita, o livro apresenta ilustrações bem interessantes de livros e textos antigos, contextualizando os alfabetos apresentados no período histórico de suas origens.
Outro aspecto positivo do livro é apresentar uma espécie de mapa com todos os alfabetos mostrados no livro, separados pelas famílias (gótico, itálico, copperplate, etc), proporcionando uma visão geral e permitindo análises para realizar composições com alfabetos diferentes em um mesmo trabalho.
Dados do livro:
A ARTE DA CALIGRAFIA
Autor: HARRIS, DAVID
O livro é bem didático e tem tem instruções de como devemos cortar o cálamo, uma planta parecida com o bambu, para construir o instrumento de escrita.
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O livro A ARTE DA CALIGRAFIA e minhas experiências com letras góticas |
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O resultado da minha tentativa e os instrumentos de escrita feitas a mão com bambu |
Outro aspecto positivo do livro é apresentar uma espécie de mapa com todos os alfabetos mostrados no livro, separados pelas famílias (gótico, itálico, copperplate, etc), proporcionando uma visão geral e permitindo análises para realizar composições com alfabetos diferentes em um mesmo trabalho.
Dados do livro:
A ARTE DA CALIGRAFIA
Autor: HARRIS, DAVID
Tradutor: VIDIGAL,
MARIA ISABEL
Revisor: BRANCO, ANDREA
Origem: NACIONAL
Editora: AMBIENTES E COSTUMES
Idioma: PORTUGUÊS
Edição: 2
Ano: 2013
País de Produção: BRASIL
Código de Barras: 9788561749026
ISBN: 8561749024
Nº de Páginas: 128
Revisor: BRANCO, ANDREA
Origem: NACIONAL
Editora: AMBIENTES E COSTUMES
Idioma: PORTUGUÊS
Edição: 2
Ano: 2013
País de Produção: BRASIL
Código de Barras: 9788561749026
ISBN: 8561749024
Nº de Páginas: 128
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Esterbrook J series fountain pen
This Esterbrook J series fountain pen with semi flex nib was my first try to buy in online auctions.
I confess that I had difficulties to use it at beginning but the time and the knowledge helped me to find better way to write with it.
Actually I don't push the nib to flex and I try to get subtle line variation when I write. I think that is the best way to get the best of this semi flex nib.
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Meus estudos sobre Fernando Pessoa |
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terça-feira, 28 de outubro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Gothic Handwriting
I bought a Pilot Parallel pen and this is my first attempt in Gothic handwriting. My research make me discover that there are some variations as fraktur and blackletter.
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Comprei uma caneta Pilot Parallel e esta é a minha primeira tentativa na escrita gótica. Ao pesquisar descobri que existem algumas variações como fraktur e blackletter.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
35 Sonnets by Fernando Pessoa
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"XIII", in 35 sonnets, Fernando Pessoa |
This text was handwritten with a Sheaffer Snorkel Valiant fountain pen (1952-1959).
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Sheaffer Snorkel Valiant (1952 - 1959) |
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
It's a rainy Friday...
The window of my office - It's a rainy friday... |
[This note was handwritten with 1950's Montblanc 244G fountain pen and Montblanc Albert Einstein ink]
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"I Can See Clearly Now" by Johnny Nash
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Esterbrook J with 9128 sem flex nib / Esterbrook J com pena semi flexível 9128
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Fernando Pessoa - Livro do Desassossego / Montblanc 145 obb nib
I wrote this little passage from the "Livro do Desassossego" (Book of Disquiet) wrote by famous portuguese poet Fernando Pessoa. I like the irony that he uses to describe people who like to brag about his romantic conquests.
I wrote with a Montblanc fountain pen 145 obb with pen and ink Noodler's Nightshade .
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Escrevi este pequeno trecho do "Livro do Desassossego" do famoso poeta português Fernando Pessoa. Gosto muito da ironia que ele usa para descrever as pessoas que gostam de contar vantagem de suas conquistas amorosas.
Escrevi com uma caneta tinteiro Montblanc 145 com pena obb e tinta Noodler's Nightshade.
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Trecho do "Livro do Desassossego" de Fernando Pessoa |
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quinta-feira, 10 de julho de 2014
"Somebody" by Depeche Mode / Parker 51 broad nib
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"Somebody" song by Depeche Mode |
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A letra da música Somebody da banda Depeche Mode manuscrita com minha Parker 51 que tem pena do tipo B (broad / grossa). A tinta utilizada é a Montblanc Toffee Brown.
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segunda-feira, 7 de julho de 2014
Montblanc 244G and Montblanc Albert Einstein ink
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Montblanc 244G and Albert Einstein ink |
These
are my new acquisitions. The Montblanc fountain pen 244g was
manufactured in 1950 and has a 14k gold semi flex nib and body made
with celluloid. The body color is black and translucent amber.
The
ink is a Montblanc limited edition and a tribute for genius Albert
Einstein. The ink color is gray and depending of the paper used it
presents a beautiful subtle purple shade.
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Estas
são minhas novas aquisições. A caneta tinteiro Montblanc 244G foi
fabricada nos anos 1950 e tem uma pena de ouro 14k semi-flexivel e corpo
fabricado em celulóide que varia entre o preto e o âmbar translúcido.
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My writing sample with this set |
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Fonte: pbs.org: Albert Einstein - How I see the World |
sábado, 21 de junho de 2014
"Change the world" by Eric Clapton handwritten with dip pen
"Change the world" by Eric Clapton |
Today I practiced my handwriting with one of my favorite songs: "Change the World" by Eric Clapton. I love this song and I was able to capture a bit of poetry with my writing and the mood of the photograph.
Hope you enjoy.
Hope you enjoy.
[Handwriting with dip pen and Gilllot flex nib.]
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Hoje eu treinei minha caligrafia com uma das minhas músicas preferidas: "Change de world" do Eric Clapton. Eu gosto muito desta música e acredito ter captado um pouco de sua poesia com o meu manuscrito e o clima d foto.
Espero que gostem.
[Caligrafia com pena Gillot flexível]
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quarta-feira, 18 de junho de 2014
"O Sonho" de Clarice Lispector / "The Dream" poem by Clarice Lispector
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Poem "The Dream" by Clarice Lispector handwritten with handmade dip pen made with natural bamboo and Gillott nib.
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Natural bamboo dip pen with Gillot nib |
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