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terça-feira, 11 de setembro de 2018

Porque eu sou do tamanho do que eu vejo - Fernando Pessoa


"Porque eu sou do tamanho do que eu vejo e não do tamanho da minha altura"

(Livro do Desassossego by Fernando Pessoa)


Porque eu sou do tamanho do que eu vejo e não do tamanho da minha altura"     (Livro do Desassossego by Fernando Pessoa)
Texto de Fernando Pessoa
Escrevi este texto com uma caneta tinteiro Montblanc 344G, fabricada nos anos 1930.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Canetas tinteiros, relógios e caligrafia


As vezes me pego procurando formas de me expressar sobre a forma que vejo o mundo. Passei por alguns hobbies durante a minha vida como miniaturas de carros, acompanhar automobilismo e agora dedico parte do meu tempo livre tentando extrair a melhor caligrafia possível com minhas canetas tinteiros e tentando restaurar relógios antigos.

No processo de procurar evoluir na caligrafia também tenho que unir o instrumento de escrita, as canetas tinteiros, com a forma, a caligrafia, e o conteúdo. O conteúdo que tenho utilizado para este exercício são textos de filosofia e poemas. 

As fotos abaixo retratam este momento da minha vida. Nesta composição tem a união do quase atual, com uma Montblanc 149 dos anos 80, e do antigo com uma Montblanc 244G dos anos 50. Esta união do novo com o velho também é representado pelo relógio Tissot PR 516 GL Heritage que é uma reedição de um modelo dos anos 1970 e o conteúdo é representado pela transcrição de um trecho do Livro do Filósofo de Friedrich Wilhelm Nietzsche. A minha caligrafia foi baseada em letras itálicas escritas com a Montblanc 244G com algumas maiúsculas escritas em letras góticas usando uma caneta Pilot Parallel.

Montblanc 149 e Montblanc 244G
Montblanc 149 e Montblanc 244G

Montblanc 149, Montblanc 244G e Tissot PR516 GL Heritage
Montblanc 149, Montblanc 244G e Tissot PR516 GL Heritage

Dizem que uma boa foto não precisa de explicações, mas confesso que não consegui resistir tentação de escrever sobre alguns dos meus pequenos vícios.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Fernando Pessoa - Livro do Desassossego / Montblanc 145 obb nib


I wrote this little passage from the "Livro do Desassossego" (Book of Disquiet) wrote by famous portuguese poet Fernando Pessoa. I like the irony that he uses to describe people who like to brag about his romantic conquests.

I wrote with a Montblanc fountain pen 145 obb with pen and ink Noodler's Nightshade .

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Escrevi este pequeno trecho do "Livro do Desassossego" do famoso poeta português Fernando Pessoa. Gosto muito da ironia que ele usa para descrever as pessoas que gostam de contar vantagem de suas conquistas amorosas.

Escrevi com uma caneta tinteiro Montblanc 145 com pena obb e tinta Noodler's Nightshade.

Livro do Desassossego de Fernando Pessoa / Book of Disquiet by Fernando Pessoa / Montblanc 145 obb nib and Noodler's Nightshade ink
Trecho do "Livro do Desassossego" de Fernando Pessoa

quinta-feira, 10 de julho de 2014

"Somebody" by Depeche Mode / Parker 51 broad nib

Somebody I want somebody to share Share the rest of my life Share my innermost thoughts Know my intimate details Someone who’ll stand by my side And give me support And in return She’ll get my support She will listen to me When I want to speak About the world we live in And life in general Though my views may be wrong They may even be perverted She will hear me out And won’t easily be converted To my way of thinking In fact she’ll often disagree But at the end of it all She will understand me  I want somebody who cares For me passionately With every thought and with every breath Someone who’ll help me see things In a different light All the things I detest I will almost like I don’t want to be tied To anyone’s srings I’m carefully trying to steer clear Of those things But when I’m asleep I want somebody Who will put their arms around me And kiss me tenderly Though things like this Make me sick In a case like this I’ll get away with it  Words by Martin Gore (c) 1984 Sonet Publishing handwriting with Parker 51 broad nib
"Somebody" song by Depeche Mode
Lyrics of Somebody song by Depeche Mode handwritten with my Parker 51 with broad nib. The ink is Montblanc Toffee Brown.

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A letra da música Somebody da banda Depeche Mode manuscrita com minha Parker 51 que tem pena do tipo B (broad / grossa). A tinta utilizada é a Montblanc Toffee Brown.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Montblanc 244G and Montblanc Albert Einstein ink

Montblanc 244G and Montblanc Albert Einstein ink
Montblanc 244G and Albert Einstein ink

These are my new acquisitions. The Montblanc fountain pen 244g was manufactured in 1950 and has a 14k gold semi flex nib and body made ​​with celluloid. The body color is black and translucent amber.

The ink is a Montblanc limited edition and a tribute for genius Albert Einstein. The ink color is gray and depending of the paper used it presents a beautiful subtle purple shade.

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Estas são minhas novas aquisições. A caneta tinteiro Montblanc 244G foi fabricada nos anos 1950 e tem uma pena de ouro 14k semi-flexivel e corpo fabricado em celulóide que varia entre o preto e o âmbar translúcido.

A tinta é uma série limitada da Montblanc em homenagem ao gênio Albert Einstein. Sua cor é cinza, mas dependendo do papel utilizado ele apresenta um reflexo púrpura muito discreto e um bonito shade (variação de cores ou degradê).


Montblanc 244G and Albert Einstein ink writing sample
My writing sample with this set


Fonte: pbs.org: Albert Einstein - How I see the World




domingo, 26 de janeiro de 2014

Canção sobre a esperança [Fernando Pessoa] - Montblanc 344

Flex nib of Montblanc 344
 Montblanc 344 semiflex nib

Montblanc 344

I wrote this poem with my vintage Montblanc 344. This fountain pen was built around 1950 and have a semi flex nib and smooth writing. The author of this poem is Fernando Pessoa, a Portuguese poet.
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Escrevi este poema com minha Montblanc 344 vintage. Esta caneta tinteiro foi fabricada nos anos 50 e tem uma pena semiflexível com escrita suave. O autor deste poema é Fernando Pessoa, um poeta português.

 Dá-me lírios, lírios, E rosas também. Mas se não tens lírios Nem rosas a dar-me, Tem vontade ao menos De me dar os lírios E também as rosas. Basta-me a vontade, Que tens, se a tiveres, De me dar os lírios E as rosas também, E terei os lírios — Os melhores lírios — E as melhores rosas Sem receber nada. A não ser a prenda Da tua vontade De me dares lírios E rosas também.
Trecho do poema "Canção sobre a esperança" de Fernando Pessoa