segunda-feira, 9 de junho de 2008

Felipe Massa: sorte, azar e competência



Depois da morte do Ayrton Senna, fui perdendo gradativamente o meu interesse pela Fórmula 1. Minha última lembrança mais relevante foi ter assistido o GP Brasil de 1996, presencialmente em Interlagos.Passei a era Schumacher praticamente hibernando e o máximo que fazia era acompanhar os resultados pelos jornais e noticiários.

Ontem, por acaso, eu reencontrei o prazer de assistir a uma corrida de F-1. Liguei a TV apenas para ver a largada, assistir umas 10 voltas e depois ir para casa de meus pais. Mas eu não conseguia desligar a TV eacabei torcendo pelo Felipe Massa até o final da corrida.

Me diverti com a sorte dele, quando ocorreu o acidente inusitado nox boxes. Não me conformei com o azar dele, no atrapalhado reabastecimento que o obrigou a fazer mais uma parada nos boxes.

Finalmente, me emploguei com a pilotagem cheia de raça que o devolveu a zona de pontuação e o deixou em posição mais confortável que seu companheiro de equipe.

O Rubens Barrichelo também deu uma animada na corrida, liderando sete voltas com um carro que se arrastava pelas retas. Eu sempre me divirto quando um brasileiro dá uma ressucitada deste tipo. Parece aquela propaganda do governo: "Eu sou brasileiro e não desisto nunca.

Deste jeito eu, que havia desencanado da F1, acabo ficando impaciente para assistir a corrida.
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