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| Vista proporcionada pelo SESC da Av. Paulista |
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
Street Photography - Avenida Paulista
terça-feira, 29 de agosto de 2017
Avenida Paulista e a lua
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| Prédio da Grazeta - Av. Paulista (São Paulo / Brasil) |
quarta-feira, 28 de junho de 2017
Passeios de bike por São Paulo
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| Vista da passarela que liga a Ciclovia Marginal ao Parque do Povo |
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| Trajeto do passeio registrado pelo aplicativo Strava |
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| MASP - Museu de Arte de São Paulo / Av. Paulista |
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| Lago da Chácara do Jóquei - Butantã |
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| Páteo do Colégio - Sé |
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Felicidade em uma pizza
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Uma bicicleta na beira da praia...
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Fotografando relógios
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| Seiko SNZF17 Sea Urshin |
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| Citizen 8110 Bullhead |
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| Casio G-Shock DW-5600E |
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| Casio G-Shock DW-5600E |
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| Seiko 6119 |
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Leonardo da Vinci: A Natureza da Invenção
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| Metralhadora |
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Parque Aldredo Volpi - Morumbi / São Paulo / Brasil
O parque é muito bem cuidado e também é frequentado por pessoas bem receptivas e educadas, tornando o passeio ainda mais agradável.
A nossa dica aos visitantes: levem repelente porque as trilhas ficam no meio da mata nativa e existem pequenos corpos d'água que acabam facilitando a procriação de pernilongos e outros insetos.
De resto é só chegar, relaxar e aproveitar ótimo pedaço da natureza dentro da loucura da cidade de São Paulo.
| Nascente localizada dentro do Parque Alfredo Volpi |
| Ipê roxo sobre o lago do Parque Alfredo Volpi |
Dados do parque:
Av. Eng. Oscar Americano, 480 - Morumbi
Área: 142.400 m2
Funcionamento: diariamente das 6h as 17h30min
Fone/Fax: (11) 3031-7052
Site: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/parques/regiao_centrooeste/index.php?p=5729
[último acesso em 18/02/2015)
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
It's a rainy Friday...
| The window of my office - It's a rainy friday... |
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Minhas lembranças me aprontam cada uma
Ainda bem que o esquecimento foi mútuo e passamos pelos tradicionais 30 segundos de constrangimento, onde um tentava lembrar o nome do outro até não conseguir mais fingir, ter que admitir e perguntar: "Como você se chama mesmo?".
Passado o constrangimento, começamos a relembrar os dias de convivência que estavam esquecidos no passado. Foi quando me deu uma crise de risos que me exigiu muito esforço para ser contida.
Do nada, eu me lembrei que um deles foi meu companheiro de baseball. Lembrei de uma jogada, em que o adversário deu uma rebatida forte e a bola estava para encobrir o meu amigo.
Ele, num momento de grande esforço olímpico, pulou com todas as forças e conseguiu interceptar a bola no ar e eliminar o nosso adversário. Seria uma jogada linda se não tivesse acontecido uma coisa constrangedora.
No esforço do pulo, involuntariamente (eu acho), o meu amigo soltou um "pum" que provavelmente o ajudou a pular ainda mais alto e ganhar alguns centímetros extras. O problema é que todos os presentes escutaram. O nosso time, os adversários e a pequena arquibancada caíram na gargalhada e a jogada ficou ofuscada.
Voltando ao reencontro de ontem, porque cargas d água eu tinha que me lembrar disto bem naquela hora?
A mente humana pode ser muito anti-social.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
O Mestre Jedi dos politicos sacanas
Se o meu sonho de criança fosse ser um Jedi da Sacanagem Política, eu ia querer ser o padawan do Paulo Maluf. Acabei de escutar uma entrevista dele e fiquei impressionado com o nível da cara de pau e do poder de distorcer a verdade, em causa própria, que ele tem.
Depois da ser preso e ter grana descoberta na ilha de York, entre outras coisas, o cara ressurge como se nada tivesse acontecido.
Caso eu fosse um alienígena, que acabou de brotar de um repolho, e não conhecesse o passado político-policial dele e esta entrevista fosse o meu primeiro contato com ele, meu voto certamente iria para ele. Mas ainda bem que não vai ser.
Entre suas afirmações mais impressionantes, ele se disse um visionário injustiçado que construiu aeroporto de Cumbica e foi criticado. Tentou criar a Paulipetro e foi chamado de louco, mas que as descobertas na camada pré-sal o tornam um homem à frente de seu tempo, entre outras doideiras.
Meu único medo para me candidatar a ser um padawan do Maluf é ver o fim que um pupilo dele está levando. Depois de ver o ex-prefeito Celso Pitta ser chamado de "bagre que foi pego na mesma rede que os tubarões", onde os tubarões são o Naji Nahas e o Daniel Dantas, percebi que um mestre Jedi da Sacanagem Política nunca treinaria um pupilo de forma adequada.
Melhor eu ficar na minha vida simples e honesta e esquecer esta história.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Garantindo o meio ponto que falta para passar
Aproveitando que estávamos a sós, ele começou a chorar nota e queria garantir o famoso "meio ponto" no final do semestre, caso fosse necessário. Tentei argumentar que o primeiro dia de aula não é o dia mais indicado para chorar nota. Ainda para uma situação hipotética que só aconteceria em alguns meses.
Apesar da fase de negociações, ele continuou insistindo para eu passar algum trabalho que garantisse este maledetto meio ponto, em caso de necessidade, no fim do semestre. Para acabar logo com a discussão, propus que ele copiasse todo o livro texto e, para minha surpresa, ele aceitou prontamente.
Eu não acreditei e, para fazer a ficha dele cair, pedi que ele fosse à papelaria e comprasse o caderno universitário com a maior quantidade de folhas que ele encontrasse. Não acreditei quando ele saiu da sala e voltou com o caderno tinindo de novo.
Tentei, mais uma vez, mostrar a insanidade do que ele estava propondo e pedi para ele numerar as 100 primeiras folhas para não existir a possibilidade de ele arrancar nada durante o semestre. Ele se preparou e numerou ferozmente as cem primeiras folhas do caderno.
Vendo que ele não desistiria do trabalho, pedi para ele copiar as três primeiras filhas do capítulo 1 para eu usar de controle da letra dele e evitar outras pessoas pudessem ajudar. Ele nem piscou para começar a copiar o texto.
Ao final da aula, vistei as folhas que ele havia manuscrito e combinei que vistaria o caderno toda semana para poder acompanhar a evolução do trabalho que valia um possível meio ponto.
Eu não conseguia acreditar quando ele me apresentava sua evolução semanal para eu vistar, naquele ritual insano de verificar se ele havia copiado o livro sem pular páginas.
Com esta cópia insana ele acabou estudando, ficou com média final 9.5 e não precisou do meio ponto para passar. Até estranhei que ele veio me agradecer e não pediu o meio ponto para fechar com média 10. Espero que ele tenha aprendido a estudar.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Feijoada light - Trinidad Café
Tentando aliviar um pouco o peso da consciência, tenho alternado a feijoada tradicional com uma versão que alguns restaurantes chamam de “light”. Esta versão lembra muito o feijão preto que os cariocas comem no dia a dia. Alguns restaurantes ainda tentam dar uma turbinada com paio e costelinha, mas estes ingredientes não conseguem dar o sabor característico das carnes mais gordas.
Como quarta-feira passada eu encarei a versão full, hoje eu fui de versão light. Confesso que me lembrou o chiclete de nicotina que eu usei para parar de fumar. Alivia a síndrome de abstinência, mas fica faltando o prazer.
Como dizia a minha avó: normalmente o que faz mal à saúde é sempre mais gostoso.
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Atualizado em 31/07/2008
Feijoada Light: R$ 14,00 (bebida não inclusa e não cobra taxa de serviço)
Nota: 6,0
Trinidad Café
Rua Roque Petrela, 151
Brooklin - São Paulo - SP
Tel: (11) 5093-8555
terça-feira, 29 de julho de 2008
O Brasil e seus currais eleitorais
A piada é mais ou menos assim:
“Um filho chega super empolgado, em casa, e vai correndo contar a novidade para o pai.
- Pai, entrei para o mundo do crime!
O pai, impassível, olha fixamente nos olhos do filho e pergunta:
- Iniciativa pública ou privada?”
Agora o caso real. A imprensa vem denunciando que traficantes dos morros cariocas estão a pleno vapor, apoiando e fazendo propaganda eleitoral de seus políticos. O negócio é tão organizado que existem até atas de reunião, coisas que nem sempre encontramos dentro das empresas privadas brasileiras. Você já participou de quantas reuniões sem atas?
As instituições brasileiras andam indignadas e esperneiam, procurando soluções para evitar que esta tragédia destrua a democracia brasileira. Existem até pessoas defendendo o uso do exército para garantir eleições livres e justas. Eu já vi este filme em países altamente democráticos como Cuba.
Mas vem cá... Este tipo de curral eleitoral não era (ou ainda são) comum nos sertões brasileiros?
sábado, 26 de julho de 2008
Portas de banheiros públicos
Perguntei a garçonete onde ficava o banheiro e ela me indicou educadamente. Fui à direção indicada e encontrei a porta com um "M". Entrei, fechei a porta e me deparei com três vasos sanitários e suas tampas, imaculadamente brancas, abaixadas.
Chego a me surpreender com a minha própria capacidade. Para quem sempre teve dificuldades para fazer contas de cabeça, meu cérebro processou aquela cena com um desempenho digno dos personagens do seriado CSI (Crime Scene Investigation). Em trinta e poucos anos de vida, eu nunca havia visto uma cena como aquela. Um banheiro público masculino nunca poderia ter três vasos com tampas abaixadas, simultaneamente!
Dei meia volta, torcendo para não ter muita gente do lado de fora, e saí daquele banheiro. Olhei novamente a porta e verifiquei que realmente existia um "M" colado na porta. Procurei a outra porta e vi que tinha um "H".
Caracas... O "M" era de "mulher" e não de "masculino"...
Porque não normalizam este tipo de coisa? Cada lugar é de um jeito. Alguns usam (F)eminino e (M)asculino, outros (M)ulher e (H)omem e, finalmente, "Ela" e "Ele".
Na hora do desespero é difícil analisar qual é a convenção que está sendo adotada.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
A mulher casada e o marmitex no teto do carro
Eu estava dirigindo pelas ruas de São Paulo, quando percebi que um carro trafegava com um marmitex sobre o teto. Decidi que aquela era a hora certa para eu dar uma de escoteiro e fazer a minha boa ação do dia e resolvi acelerar para emparelhar e poder avisar o motorista que corria o risco de perder o almoço.
Emparelhei com o carro e dei a tradicional dupla buzinada para chamar a atenção do motorista. Foi quando eu percebi que o motorista não era homem, mas uma mulher.
Ela me encarou, levantou a mão esquerda para mostrar a aliança e virou o rosto, demonstrando uma grande indignação. Eu não me conformei em ser confundido com um paquerador de trânsito barato e resolvi buzinar novamente. Ela me encarou novamente e eu gesticulei ferozmente para apontar o teto do carro dela. Novamente ela levantou a mão esquerda, mostrou a aliança e virou o rosto. Devia estar se sentindo a femme fatale.
Desisti e ainda roguei uma praga, desejando que o marmitex se espatifasse sobre o pára-brisa na primeira freada brusca.
Como é difícil fazer boas ações nesta cidade.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
O sonho brasileiro
Eu estava pensando em escrever um roteiro para enviar a Hollywood. Seria mais uma história sobre trabalho, determinação e, finalmente, o sucesso.
O meu personagem não começaria tão por baixo, mas seria um representante da classe média alta baiana. Com dezessete anos já tinha iniciado sua vida empresarial e também transitava pelo mundo do mercado de ações.
Continuou sua vida de empreendedor, formando-se em engenharia. Depois engatou uma pós no renomado MIT (Massachusetts Institute of Technology) e iniciou uma longa convivência com personagens poderosos do mundo econômico, financeiro e político do Brasil.
Com um patrimônio pessoal de trezentos milhões de reais, seu nome entraria pela porta da frente na história empresarial brasileira, participando de grandes negociações no mundo das telecomunicações, reforçando a sua imagem de empresário moderno e de sucesso.
Uma pena para o Brasil descobrir que o final não foi tão bonito. Esta história culmina com outro recorde, o de ser preso duas vezes em menos de 48 horas. Descobrimos que seu sucesso foi construído através de amizades perigosas e corrupção. O nome deste personagem é Daniel Dantas.
Mais uma vez descobrimos que o "sonho brasileiro" nunca é construído apenas pelo trabalho, perseverança e honestidade. Fica a impressão de que o sucesso só vem com falcatruas e corrupção.
No Brasil, o sucesso honesto só existe para jogadores de futebol, dançarinas de rebolados e outros artistas?
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Bem x Mal e as zonas cinzentas
Ontem eu sai de uma reunião em Moema e peguei a Av. Ibirapuera para voltar ao escritório. Era perto das 19 horas e, como sempre, o trânsito estava congestionado. Fiquei no tradicional anda e pára, até que cheguei a um cruzamento com semáforo. O sinal estava verde, mas eu resolvi ficar parado antes da faixa de pedestres para não fechar o cruzamento.
Me senti bem tomando esta atitude e senti orgulho da minha civilidade. Pena que esta nobre sensação não durou dez segundos.
O motorista do ônibus que estava atrás de mim se irritou, me passou pela esquerda e cortou com tudo para entrar à direita. No mesmo instante, dois motoqueiros me cortaram pela direita e o resultado não poderia ser outro. O primeiro motoqueiro conseguiu passar e o segundo quase bateu na lateral do ônibus. Pena que o ônibus continuou fazendo a curva e acabou derrubando a pequena scooter e, na seqüência, passou por cima, destruindo toda a frente da motinho.
Felizmente o motoqueiro não sofreu nenhum ferimento, mas eu fiquei com a sensação de que eu tive certa parcela de culpa. Talvez, se eu tivesse sido menos civilizado, este acidente não teria acontecido.
Maldita zona cinzenta que permeia as nossas vidas.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Greve dos correios
Estou começando a acreditar que esta greve é um tiro no próprio pé. Em tempos em que as cartas andam perdendo espaço para meios eletrônicos de trocas de mensagens e a entrada de empresas privadas de entrega, é estranho os funcionários dos correios entrarem em greve e prejudicar a entrega de tantas correspondências.
Os sites de comércio eletrônico já disponibilizam várias opções de contratação da forma de entrega. O consumidor pode escolher qual empresa de entrega vai ser contratada. Os valores dos fretes costumam variar e, nesta situação, podemos decidir de preferimos pagar mais e ter confiabilidade ou preferimos pagar menos e correr o risco de enfrentar atrasos.
Para correspondências comerciais, existim os serviços de courier* (popularmente chamado de motoboys) para endereços próximos ou até mesmo contratar empresas como a FedEx para cartas mais importantes.
Com esta greve, os correios está destruindo uma reputação que construiu ao longo de muitos anos e está entregando clientes para a concorrência. Seus serviços correm o risco de ficar associados apenas a cartas e entregas de pouca importância. Entregas importantes ficam para empresas privadas.
Não estou julgando nada, apenas escrevendo meus pensamentos...
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*corrigido em 14/07/2008 - desculpe pela falha
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Escutei esta conversa sem querer
Uma conversa que eu escutei ontem e escrevo com nomes ficticios...
"João":
- Chefe, hoje eu posso ir mais cedo porque não tenho mais nada para fazer?
"Chefe":
- Você já acabou todas as suas pendências????
"João":
- Não. É que hoje a Internet não está funcionado e ai eu fico sem nada para fazer...
"Chefe":
- Mas as suas funções não dependem da net!!!
"João":
- Errrrr.... hannn.... urrrrr.......
Conclusão: Agora sim, o "João" precisa da Internet... para procurar emprego...



















