sexta-feira, 6 de março de 2009

Um novo virus devasta a humanidade

Advertência: Se começar a ler esta notícia, não pare no meio e vá até o fim.

Um novo vírus, criado artificialmente pelo homem, está matando milhares de pessoas nos Estados Unidos. Fruto da nanotecnologia, este vírus era para ser um nanorobô que deveria ser injetado na corrente sanguínea para combater células cancerosas no corpo humano.

O problema é que os cientistas não conseguiriam construir estes nanorobôs em quantidade suficiente para combater a doença e partiram para a autoreplicação para viabilizar o tratamento. Assim, teriam que injetar apenas uma pequena quantidade de nanorobôs na corrente sanguínea e estes pequenos seres artificiais contruiriam réplicas de si mesmo, em taxas de crescimento geométricas, formando quantidades suficientes para formar um exército eficiente para combater as células cancerosas.

O vírus é fruto do descontrole da autoreplicação e uma estranha mutação que levou os nanorobôs tornarem-se letais para o ser humano. A mutação fez com que as pequenas criaturas se tornassem uma espécie de vírus que é transmitido pelo ar.

A autoridades americanas estão tentando abafar o caso para não criar pânico e direcionaram grandes somas de dinheiro para o laboratório que desenvolvia as pesquisas para encontrar uma vacina que combata a nova epidemia artificial.

Muitos americanos já morreram com esta esta espécie de ebola tecnológica e a preocupação principal está na possbilidade que ela se espalhe pelo mundo através dos vôos comerciais e a globalização.

Os principais sintomas são grandes sangramentos através dos olhos, narinas e ouvidos. Dor de cabeça insuportável e grande confusão mental. Caso sinta estes sintomas, evite entrar em contato com familiares e amigo para não contaminá-los e procure um local deserto para morrer. Como não existe cura, não adianta procurar ajuda médica. Isto apenas vai contaminar mais e mais pessoas.

Tomem cuidado e boa sorte.

-----------------------------------------------------------

Cuidado: este texto é pura ficção, inspirada no dumentário que assisti no Discovery Channel. Agora pode parar de ler.

Postar um comentário