quinta-feira, 31 de julho de 2008

Galeto - Chiado da costela

Resolvi organizar meus posts de comida de outra forma. Vou colocar o nome do prato no início e o nome do restaurante em seguida, desta forma posso tentar organizar estes posts no menu direito do blog.

Ando freqüentando um restaurante chamado "Chiado da Costela", localizado perto do escritório onde trabalho. A estrela principal da casa, como o próprio nome diz, é a costela de ripa. Mas vou deixar para descrever esta maravilha na próxima oportunidade. Hoje eu vou comentar do prato que degustei hoje: Galeto.

Galeto, prá mim, tem que ser magrinho, apresentar uma camada fina de carne com uma casquinha torradinha e crocante. Exatamente como chegou o meu galetinho de hoje. Nada de frango comum fantasiado de galeto.

Este prato permite a escolha de três acompanhamentos e eu elegi o tradicional feijão com arroz, junto com uma saladinha de rúcula. Tudo bem feitinho e na medida certa.

O ambiente simpático e o serviço atencioso deixaram o prato ainda mais saboroso. Considerei o preço justo.

-------------------------------------------------------------

1/2 Galeto com 3 acompanhamentos: R$ 17,00 (bebidas e taxa de serviço não incluídos)
Nota: 8,0

Chiado da Costela
Rua Roque Petrella, 325
Brooklin - São Paulo - SP
Tel: (11)5533-4309

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Testando post pelo smartphone

Desculpe pessoal, mas estou testando postar pelo smartphone para ver se vale a pena.

Daqui a pouco vou ter que procurar o ABA (Associação dos Blogueiros Anônimos)...

Feijoada light - Trinidad Café

Bem que eu gostaria, mas não tenho saúde suficiente para comer a feijoada tradicional toda quarta-feira. Para mim, feijoada boa tem que ter orelha, barriga, laranja, couve, costelinha, rabo e o sabor maravilhoso da gordura temperando o caldo de feijão.

Tentando aliviar um pouco o peso da consciência, tenho alternado a feijoada tradicional com uma versão que alguns restaurantes chamam de “light”. Esta versão lembra muito o feijão preto que os cariocas comem no dia a dia. Alguns restaurantes ainda tentam dar uma turbinada com paio e costelinha, mas estes ingredientes não conseguem dar o sabor característico das carnes mais gordas.

Como quarta-feira passada eu encarei a versão full, hoje eu fui de versão light. Confesso que me lembrou o chiclete de nicotina que eu usei para parar de fumar. Alivia a síndrome de abstinência, mas fica faltando o prazer.

Como dizia a minha avó: normalmente o que faz mal à saúde é sempre mais gostoso.

---------------------------------------------------------------
Atualizado em 31/07/2008

Feijoada Light: R$ 14,00 (bebida não inclusa e não cobra taxa de serviço)
Nota: 6,0

Trinidad Café
Rua Roque Petrela, 151
Brooklin - São Paulo - SP
Tel: (11) 5093-8555

terça-feira, 29 de julho de 2008

O Brasil e seus currais eleitorais

Eu sei que esta piada, que me contaram há algum tempo, pode não ser nova para alguns de vocês, mas ela serve como uma boa introdução a revolução político empresarial que estamos presenciando no Rio de Janeiro.

A piada é mais ou menos assim:

“Um filho chega super empolgado, em casa, e vai correndo contar a novidade para o pai.

- Pai, entrei para o mundo do crime!

O pai, impassível, olha fixamente nos olhos do filho e pergunta:

- Iniciativa pública ou privada?”

Agora o caso real. A imprensa vem denunciando que traficantes dos morros cariocas estão a pleno vapor, apoiando e fazendo propaganda eleitoral de seus políticos. O negócio é tão organizado que existem até atas de reunião, coisas que nem sempre encontramos dentro das empresas privadas brasileiras. Você já participou de quantas reuniões sem atas?

As instituições brasileiras andam indignadas e esperneiam, procurando soluções para evitar que esta tragédia destrua a democracia brasileira. Existem até pessoas defendendo o uso do exército para garantir eleições livres e justas. Eu já vi este filme em países altamente democráticos como Cuba.

Mas vem cá... Este tipo de curral eleitoral não era (ou ainda são) comum nos sertões brasileiros?

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Sábado no Autódromo de Interlagos

Sábado eu me vi sozinho em casa porque meus filhos estão em Cuiabá e minha esposa tinha plantão. Fiquei meio sem saber o que fazer e resolvi relembrar os tempos em que eu passava minhas tardes enfurnado dentro do autódromo de Interlagos.

Nesta época eu tinha entre 19 e 20 anos e gastava algumas tardes de sábado assistindo treinos de corridas de fuscas, voyages e golzinhos quadrados. Quando tinha sorte apareciam alguns opalas, mustangs e camaros da categoria Força Livre.

O clima era extremamente amador e os próprios pilotos faziam a manutenção nos seus bólidos. O acesso aos boxes era total e existia uma facilidade enorme para se fazer amizade com pilotos e mecânicos.

No último sábado, a coisa já estava diferente. Entrei de penetra pelo portão e segui um Land Rover e outro carro nacional. O Land Rover foi parado e eu fiquei preocupado, já tentando imaginar uma desculpa por estar lá dentro. Fiquei tranqüilo quando percebi que a segurança direcionou o carro importado para o estacionamento VIP e mandou os populares para o estacionamento para pobres mortais.

Peguei meu equipamento fotográfico e comecei a fotografar na curva da Ferradura, mas percebi que o sol não estava favorável. Olhei em volta e percebi que era possível chegar ao lendário S do Senna.

Quando percebi, estava fotografando Porsches de corrida, ao lado de alguns fotógrafos profissionais, na curva mais famosa da pista de Interlagos. Além de mim, existiam outros fotógrafos bicões naquele agradável clima de cumplicidade que sempre existiu entre os amantes do automobilismo.

Quase duas horas depois chegou um segurança e nos expulsou, deixando apenas os profissionais fotografando no local. Eu sai satisfeito com as mais de 100 fotos que eu já havia tirado e voltei para o carro.

Pensando bem, até que foi divertido ser expulso do autódromo porque, sem querer, me vi fazendo travessuras como se tivesse apenas dezoito anos.

-------------------------

Mais fotos do Porsche GT3 Cup Brasil